Inicialmente fazer essas perguntas pode parecer como algo muito técnico, mas definir as respostas em conjunto com os especialistas que trabalharão em seu aplicativo pode acarretar em um prazo menor de entrega e consequentemente custos mais baixos no desenvolvimento do seu projeto mobile.

Esta fase inicial, que contempla as definições em desenvolver um aplicativo nativo, ou Web App ou híbrido, está muito relacionada em quais funções seu app entregará aos usuários. Como o objetivo é sempre entregar a melhor experiência para o usuário, é primordial entender qual formato irá contribuir para atender os requisitos do seu aplicativo.

Nativo
Um aplicativo nativo tende a ser mais confiável e com funcionamento mais rápido quando comparado aos demais. Isso se deve pois ele é programado seguindo a linguagem exclusiva de cada sistema operacional – iOS e Android (mais famosos) – e ficam disponíveis nas lojas para download. Após o download feito, ficam instalados nos celulares e tem acesso às bibliotecas, GPS, câmera, notificações push, ou seja, utilizam as funcionalidades do próprio dispositivo que estão instalados. Outro ponto muito importante é que o aplicativo pode ser usado sem estar conectado a internet. Todos esses benefícios, claro, acabam impactando em custos mais elevados para o desenvolvimento do aplicativo.

Exemplos de apps nativos que você com certeza conhece: WhatsApp, Uber e Instagram.

Web App
Este formato tem um custo mais baixo de desenvolvimento e significa que seu aplicativo é uma página da web. Geralmente é desenvolvido em HTML5 e seu acesso feito por uma URL, como qualquer outro site através de um navegador. Seus fatores limitantes são que um Web App funciona apenas online, não publica nas lojas e não usa as funcionalidades do aparelho.

Híbrido
Por fim, um aplicativo híbrido é aquele que apresenta diversas linguagens que englobam os formatos nativo e web. Ou seja, ele é desenvolvido usando em determinados momentos recursos da internet e em outras situações fazendo uso das funcionalidades do dispositivo. É elaborado com base no HTML, CSS e JavaScript e esse código é usado para integrar as funcionalidades que o dispositivo oferece, tendo uma melhor experiência que os Web Apps.
Esse formato de desenvolvimento acaba deixando seu custo um pouco mais baixo quando comparado ao desenvolvimento nativo, entretanto, a performance e usabilidade ficam um pouco inferior.  De pontos positivos, funciona para todas as plataformas e pode ser baixado direto pela loja.

Um ótimo exemplo de aplicativo híbrido é o Netflix. Ele utiliza a mesma interface para todos os dispositivos que acessam o aplicativo.

O que escolher?
No final de tudo, a escolha deve ser baseada no objetivo do aplicativo, passando pelos necessidades da empresa e comportamento dos usuários que utilizarão o aplicativo. Vale avaliar se o público é mais exigente, pois isso acarreta em desenvolver um app nativo. Mas caso você tenha um tempo mais curto e um budget mais limitado, o aplicativo híbrido seja a solução. 

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