Podemos criar uma relação ao dizer que a mãe da tecnologia disruptiva é a própria internet. Com seu surgimento passamos a ter um comportamento muito mais prático e facilitado no que se diz ao acesso de informação. E com o passar do tempo e a ascensão dos smartphones, a internet passou a acompanhar o usuário 24 horas por dia, 7 dias por semana (24/7). E foi neste momento que o mercado mobile ganhou atenção de investidores e empreendedores.

Os impactos das facilidades do universo mobile são incontáveis. Pela palma da mão podemos conversar com quem está distante, comprar uma roupa, pesquisar referências de decoração de um país distante, pedir comida, jogar com um competidor do outro lado do mundo e até reservar um quarto de hotel para a próxima viagem.

E toda essa evolução foi marcada pela tecnologia disruptiva.

Mas o que é a tecnologia disruptiva?
Esse conceito, relativamente novo, fala de situações que alteram profundamente o modo que algo acontece, de forma que sua mudança chega a modificar um padrão, ou seja, rompe uma cadeira de processo.

A tecnologia disruptiva vem cada vez mais alterando modelos de negócios. Formatos tradicionais de venda-compra, contratação de um serviço ou até mesmo de relacionamentos vem sofrendo grandes mudanças, com caminhos sem volta. O grande ponto-chave é o ineditismo dessa inovação. Quanto mais provocar mudanças no comportamento e em modelos de negócios tradicionais, maior é o seu poder de ser disruptivo.

Exemplo de tecnologia disruptiva
Um ótimo exemplo é a produtora global Netflix. Filmes sempre foram produzidos para serem veiculados no cinema e após um tempo ficarem disponíveis para locação em uma locadora de filmes e, após um outro longo tempo, poderiam ser assistidos na televisão, quando a emissora encaixasse em sua programação. Hoje, a espera acabou. A empresa entrega uma plataforma de streaming com filmes e seriados que ela mesma produz e com um catálogo de filmes incontável de títulos para que o usuário assista na hora que quiser e tudo por um preço extremamente baixo ao ser comparado com a assinatura de um canal na TV paga ou do custo de locação de um filme na locadora.

Multiplataforma
Avaliando tecnicamente, a plataforma da Netflix prevê seu uso pela televisão, tablets, notebooks/computadores e celulares. Ou seja, em qualquer lugar o usuário pode ter acesso ao catálogo de filmes.

Isso provoca uma mudança radical no formato de consumo do serviço. Isso quer dizer que o usuário pode assistir seu seriado preferido em uma viagem, no seu quarto com seu notebook ou com a família reunida na sala de televisão. E tudo pela mesma assinatura.

Aplicativos com tecnologias disruptivas
E com isso chegamos no ponto central das tecnologias disruptivas: o mercado mobile. Diversos modelos tradicionais de negócios entraram em declínio devido a evolução da contratação de serviços pelo celular – e por consequência – com preço mais acessível e qualidade elevada.

E mais do que isso, o negócio foi atualizado para um parâmetro onde o consumidor é a peça principal do serviço. Por isso, a tecnologia disruptiva deve vir acompanhada de um jeito de vender um produto que seja muito inovador e que faça uso do celular.

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