QR CODE – será que chegou a vez dele?

Já faz tempo que o QR Code existe entre nós: criado por japoneses, desde o anos 90 ele vem em movimento de montanha-russa, por ora ganhando atenção e em outros momentos sendo rejeitado. Mas parece que agora mais empresas estão propondo o dessa tecnologia em ações de comunicação, interatividade e informação, com a esperança de que agora a adesão por parte do usuário brasileiro será maior e irá provocar uma boa experiência com a marca. Mas será isso mesmo?

QR Code é a abreviação de Quick Response Code (Código de Resposta Rápida), um código em 2D que é facilmente lido por uma câmera de celular – desde que seja uma câmera de um celular que tenha um sistema operacional moderno – pois estes já possuem um leitor de QR Code embutido no próprio aparelho – ou então, o usuário deverá baixar um app com o leitor da tecnologia para que seja possível realizar o escaneamento do dado e ter acesso ao dado que ali está nas entrelinhas do código. 

O que estamos observando atualmente é que o QR Code foi resgatado das profundezas do oceano. Campanhas de comunicação passaram a usar a ferramenta, mas diferente do que conhecíamos, muito além de materiais impressos. Atualmente podemos ver a tecnologia sendo exibida até durante comerciais de TV. O valido de uma ação desse tipo, é que é possível mensurar que o target de fato foi impactado e ficou tão engajado que acessou o link disponibilizado via código durante o filme da marca. 

Foi no movimento do WhatsApp Web que o QR Code também passou a ser mais conhecido e usado. Para acessar a versão desktop do aplicativo de conversação, é necessário que o usuário aponte sua câmera para o código na tela: só assim irá destravar para ele acessar suas conversas por um computador ou notebook. E a tecnologia também está sendo utilizada pelo governo. O novo documento de RG dos cidadãos brasileiros irá contar com o código de QR Code no verso que irá atestar que as informações são verdadeiras. 

Mas além disso, olhando um pouco além do horizonte, podemos observar que os chineses estão muito à frente no uso desta tecnologia. Graças ao Super App WeChat – já falamos sobre ele por aqui – o mercado chinês sofreu uma grande revolução na forma de pagamento. Agora, os orientais podem realizar pagamentos posicionando a câmera do celular na frente do QR Code que…, pronto! O pagamento está feito. E com isso, o varejo brasileiro já abriu o olho para absorver esta tecnologia. De acordo com um estudo da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) durante 2020, mais de 80% dos varejistas pretendem utilizar aplicativos e QR Codes como uma forma de pagamento. É a transformação digital que já está acontecendo. 

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